Reflexão#partiufelicidade2026,
E um movimento de reposicionamento dentro da própria história. Ninguém caminha sozinho: levamos conosco vínculos, lealdades invisíveis, padrões transgeracionais e narrativas familiares que moldaram nossa forma de amar, sofrer e sobreviver.
Partir para a felicidade, nesse contexto, é reconhecer essas heranças sem permanecer aprisionado a elas.
É honrar o que foi vivido, sem repetir automaticamente o que adoeceu. Muitas vezes, o sofrimento persiste não por falta de desejo de mudança, mas por fidelidade inconsciente a sistemas que ensinaram que amar é suportar, calar ou se sacrificar excessivamente. A felicidade não é idealização, mas autenticidade. É a capacidade de escutar a própria experiência interna com respeito, acolher emoções sem julgamento e permitir que o EU verdadeiro encontre espaço para existir.
Quando a pessoa se sente validada internamente, o movimento de crescimento acontece de forma natural. Em 2026, partir para a felicidade é escolher relações saudáveis, limites claros e uma vida que respeite a própria dignidade emocional. É sair da posição de adaptação adoecida e caminhar em direção ao sentido da vida e à liberdade. — Rita Atta


