Todos interpretamos diversos papéis em nossa vida. São relações onde somos responsáveis por ofertar nosso tempo, nosso carinho, aplicar nossos conhecimentos ou simplesmente fazer nossa vida passar mais agradável.
O primeiro papel que todos temos na vida, é o papel de filho/a. Esse é um papel que interpretamos em princípio de nossa vida e somos exclusivos dele, ainda que possamos de fato, fazer pouca coisa de diferente. Depois, conforme encontramos amigos, ganhamos um novo papel, para dividir com o papel de filho/a. Logo vem o de namorado/a, de funcionário/a, de marido/esposa e o de pai/mãe. No serviço, ainda temos os papéis divididos, somos funcionários/as de alguém e chefes de outros. Juntos com esses papéis, ainda há um importante, vital papel que nem sempre o desempenhamos bem, é o papel de nós mesmos.
Veja, cada papel toma um tempo, demanda um investimento, para colher dele algo. No papel de filho, colhemos a gratidão de uma família unida, que se apoia, a cada visita à casa dos pais, no papel de funcionários, colhemos nossos salários, realizações profissionais, mas todos estes papéis, sem o pináculo de sustenção, não sobrevivem ou desempenham bem, que é o papel de nós mesmos. O tempo que aplicamos a nossos hobbies, nossos lazeres, ao cuidado de nosso corpo e saúde mental e física. Identificar como vivemos nossos papéis é fundamental para encontrar o equilíbrio de cada vida, e é para encontrar esse equilíbrio que necessitamos aprender mais uma ferramenta, antes de continuarmos, a ferramenta chamada “Mapas mentais”.
Pense em todos os papeis que você desempenha na sua vida hoje, e descreva-os nas páginas ao lado através de um mapa mental. Lembre-se que amigos, podem dividir-se em diversos ramos, amigos da rua, do condomínio, do serviço, assim como os papeis de família podem ser de filho, marido, pai, tio e os papeis do serviço podem dividir-se em chefe, funcionários, coordenador de projetos. Divida cada subseção de seus papéis o quanto mais puder se lembrar.
Para entendermos onde estamos investindo nosso tempo, onde estamos aplicando nossos compromissos, e tornarmos senhores de nós mesmos, é preciso identificar, primeiro, quantos papéis podemos desempenhar, o que estamos fazendo em nossa vida que nos ocupa o tempo, e o que estamos deixando de fazer, e para descobrir estas nossas ocupações, nada melhor que aplicar a técnica conhecida por mapas mentais.
No centro das duas folhas ao lado, coloque sua pessoa ao centro, junto com seu coaching, e vá ramificando ao redor do seu “eu” os papéis que desempenha. Lembre-se que cada papel terá suas ramificações também. No papel da família somos filhos, pais, irmãos/ãs, netos, etc. No papel de amigos, temos os amigos do serviço, da rua, do condomínio etc. Tente lembrar-se ao máximo de todos os papéis que desempenha, sem esquecer-se de seu próprio papel, com hobbies, lazeres, necessidades e paixões.




