Qual o filme da sua vida?
Cada um de nós compõe a sua história.
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz.
E ser feliz!”
Almir Sater
Imagine que você está saindo para ir ao cinema. Vai ver um filme sobre sua vida!
O diretor do filme? Você.
O produtor? Você.
O ator principal? Você.
Que título daria para esse filme?
Como seria o enredo, a trama, os dramas, as alegrias?
Que paisagens teriam?
Quais atos você veria descritos?
Um texto do Paulo André Bueno nos convida a algumas reflexões:
“Diversos relatos das chamadas “experiências de quase-morte”, nos informam que no limiar do último suspiro vemos os atos de nossa vida inteira passando como um filme, numa fração de segundos, perante nossos olhos.
Pelo que se conclui de tais relatos, podemos afirmar que cada um de nós é, ao mesmo tempo, diretor, produtor, ator principal e expectador de tal filme, pois veremos somente aquilo que fizemos, pensamos e sentimos ao longo de nossa vida.
Isso leva à inevitável pergunta: Como você quer que seja o filme de sua vida? Você quer que seja um filme sem profundidade, no qual o espectador (você mesmo) ao terminar de vê-lo pouco ou nada tenha aprendido? Ou quer que o ator principal seja um personagem de atos nobres, de altruísmo e compaixão, que faça o espectador se emocionar pelas belezas das atitudes?
Nesse filme, competirá a você optar dentro de seu livre arbítrio, pelo melhor script, não sendo necessárias grandes fortunas típicas de grandes produções para que, o filme seja belo, emocionante, profundo e enriquecedor.”
E agora? Que tal caprichar na sua atuação? No seu último momento qual o filme que você verá?”
Mensagem "Que as dificuldades que eu experimentar ao longo da jornada não me roubem a capacidade de encanto."
Autoconhecimento:
Inteligência Emocional
Um indivíduo emocionalmente inteligente consegue mobilizar estrategicamente suas emoções para alcançar suas metas. Para isso, ele consegue reconhecer, aceitar, escolher e gerenciar o que sente durante as mais diversas situações. Há muitas pessoas que deixaram de alcançar melhores cargos por terem perdido o equilíbrio em determinado momento. Quem nunca teve vontade de mandar tudo para o ar? Acredita-se que a maioria de nós. Mas o importante é saber que embora isso possa nos aliviar na hora, depois poderá trazer-nos problemas.
O ser humano é racional e emocional, invariavelmente e ao mesmo tempo. Por isso, quando alguém disser que você precisa ser mais isso ou aquilo, tome cuidado. Costuma-se ilustrar essa situação da seguinte maneira: imagine um goleiro que vai defender um pênalti sem um dos braços. Impossível, não é? O mesmo aconteceria com uma pessoa que eliminasse a razão ou a emoção de seu dia-a-dia. Precisamos buscar a harmonia e, quanto mais a razão trabalhar com a emoção, mais força e potencial a pessoa terá. Em momentos de tensão, desafios e crises, as emoções são colocadas à prova e solicitadas para contribuir com ações racionais que levem às oportunidades e gerem desenvolvimento.
A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida por meio de trabalhos que envolvam algumas competências do indivíduo, ou seja, características mensuráveis que diferenciem o nível de desempenho de uma pessoa em determinada situação. Por isso, costuma-se trabalhar cinco áreas distintas:
Eu me conheço - É a área do autoconhecimento, a sinceridade que cada um tem consigo para avaliar as suas habilidades de maneira verdadeira, abrindo-se para feedbacks, para reconhecer como as suas emoções afetam seu desempenho e a ligação entre o que pensa, sente e age. Antes de enfrentar um desafio que possa gerar alguma tensão emocional, pare e pergunte: qual é a emoção que estou sentindo neste momento? Como eu posso pensar e agir diferente nesta situação? Eu me gerencio - Aqui busca-se trabalhar o autocontrole, que permite a pessoa pensar antes de agir, conseguindo, assim, administrar seus impulsos para depois não se arrepender. Ter a capacidade de adaptar-se às situações para alcançar um objetivo, além de flexibilizar-se e focar-se durante momentos de pressão, são exercícios do autogerenciamento. Tenha sempre um objetivo em mente e pense quais seriam os próximos passos para alcançá-lo. Pergunte-se freqüentemente: qual comportamento construtivo eu posso ter para alcançar meu objetivo? Motivação - Os indivíduos têm um propósito, um motivo para agir. Estar pronto para agarrar as oportunidades, superar os obstáculos e aprender com eles para seguir em frente é muito importante. Saiba que o fracasso é um julgamento a curto prazo e trabalhe constante e incessantemente em busca de resultados positivos. Mobilize pessoas para alcançar a realização. Uma pessoa motivada é sinal de iniciativa e persistência. Reflita: suas decisões são motivadas pelo medo de perder ou pela esperança de ganhar? O que você precisa fazer para alcançar seu objetivo? Eu conheço os outros - Aqui se deve olhar para as suas equipes e para as pessoas ao seu redor. É preciso mostrar sensibilidade à perspectiva alheia, buscar maneiras de conquistar a confiança e aumentar o nível de satisfação dos outros. Enxergar as diferenças como oportunidades de desenvolvimento faz toda a diferença. Nesta área se avalia a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendê-lo e entender verdadeiramente o que se passa com ele. Faça uma lista das qualidades, talentos e dificuldades das pessoas ao seu redor; identificar as pessoas que tem poder e influência nos relacionamentos com a sua equipe pode ajudar no seu próprio posicionamento. Pense também nas ideias pré-concebidas que você tem do seu chefe, clientes e liderados. Eu gerencio os outros - Aqui se exercita a liderança situacional, gerenciamos conflitos, colaboramos e trabalhamos em equipe, construímos alianças e desenvolvemos os outros. Nesta área pode-se observar a capacidade de lidar com pessoas difíceis. Desafiar o status quo, ou seja, a maneira como as coisas são, é uma forma de avaliar como você gerencia os outros.Aproveite para refletir sobre algo importante que deseja comunicar e se pergunte: o que é mais importante nesta mensagem para mim? E para os outros? Pense, ainda, se existe alguma maneira melhor de dizer o que deseja. Invista em atividades que possam lhe trazer maior equilíbrio emocional, pois isto é valorizado em todas as empresas, ainda que em alguns lugares essa característica receba nomes e descrições diferentes, como: "uma equipe com iniciativa", "um líder que alcance resultados e que gerencie crises e processos de mudança". Estamos falando de pessoas com capacidade de melhorar os relacionamentos dentro do ambiente de trabalho para o surgimento de melhores resultados.
E o que é melhor em aprender INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é que a pessoa se torna dona de seu destino. Ela irá se entender, entender o próximo, administrar relacionamentos, gerenciar pessoas e liderar equipes.
Com a INTELIGÊNCIA EMOCIONAL a pessoa irá Aumentar sua Auto estima. Levará seu estado de negative para positive. Não sera mais afetado por picuinhas da vida. Se auto controlará, agirá com auto responsabilidade, entenderá seus parceiros e familiares e atingirá um nivel de VIDA EM ABUNDANCIA que jamais experimentou.
Resiliência
O que é Resilência
Outro fator importantíssimo da Inteligencia Emocional é a Resiliência. Desenvolvendo a Inteligencia Emocional a pessoa tambem desenvolve sua resiliência. Mas afinal o que é Resiliência?
Está sendo bastante comum escutar nas empresas, nas escolas e a imprensa falar de que temos que ser Resilientes. E os resilientes são aqueles que são capazes de vencer as dificuldades, os obstáculos, por mais fortes e traumáticos que elas sejam. Pode ser desde um desemprego inesperado, a morte de um parente querido, a separação dos pais, a repetência na escola ou uma catástrofe como um tsunami. Aliás, já se encontram muitos livros abordando o assunto como o Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas, organizado por Aldo Melilo e Elbio Nestor Suárez Ojeda. Nesse e noutros livros e artigos encontramos os autores relatando que o conceito de resiliência passou de uma fase de “qualidades pessoais”, até ao conceito mais atual de compreendê-la como um atributo da personalidade desenvolvido no contexto psico-sócio-cultural em que as pessoas estão inseridas.
Um traço comum das pessoas resilientes é a tolerância a mudanças. Elas entendem que os imprevistos fazem parte da rotina e, por isso, não perdem o controle diante da primeira dificuldade. A resiliência está ligada à capacidade de assimilar as situações com os pés no chão – sem otimismo exacerbado ou discursos derrotistas.
Um sentido na vida
Outro requisito básico da resiliência é a capacidade de se definir metas claras e relevantes em plena turbulência. Os estudos no campo da psicologia mostram que é muito mais fácil sair de uma crise quando se tem algo pelo que valha a pena resistir. Essa é a principal teoria do psiquiatra austríaco Vitor Frankl, considerado o pai dos estudos sobre resiliência. Sua tese foi quase toda elaborada durante o tempo em que esteve preso em Auschwitz, o sinistro campo de concentração construído pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Para se manter sob controle ante assassinatos em massa, torturas e outras cenas horrendas, Frankl concentrava seus pensamentos em um único e maior desejo: reencontrar a mulher e seus pais.
Para ele, a chave interpretativa do ser humano é a busca de um sentido. Só sobrevive aquele que consegue transcender sua existência e encontrar sentido em algo que está fora de si próprio, como um amor ou um projeto - analisa Luciano de Jesus, professor de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Atitudes resilientes também são valiosas para o desenvolvimento da carreira. O próprio significado de resiliência está ligado à idéia de flexilibidade, condição essencial para se manter no mercado de trabalho atual.
Os profissionais resilientes estão muito mais preparados para serem donos de suas carreiras dentro do atual cenário da empregabilidade, afirma Antônio Salvador, consultor de capital humano da IBM Business Consulting Services.
A habilidade de contornar os inevitáveis obstáculos da rotina e o stress são conseqüências de um programa bem-sucedido de motivação e sensibilização internas. Eis aí outro trunfo das empresas resilientes: os canais de comunicação interno funcionam com fluidez e fortalecem os vínculos entre as pessoas e a organização – condição indispensável em momentos de crise. Ter a liberdade de bater na porta do chefe e falar ou reclamar dos problemas é um remédio potente para apaziguar as tensões em momentos de incerteza. Além disso, a maioria dos funcionários estabelece uma relação de confiança e ajuda mútua. A fórmula é ouvir as pessoas, escutar os seus problemas e dar feedback.
A Resiliência, por esses motivos e significados, está diretamente ligada a pessoas que possuem inteligência emocional. Pessoas equilibradas emocionalmente possuem mais resiliência, quer dizer, são capazes de enfrentar qualquer dificuldade com muito mais confiança e tranquilidade.
Diante disso, que tal você começar a INVESTIR EM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?



