"Eu tenho o dedo podre"? Ou tenho é um padrão para relacionamentos"?
Quando alguém diz: “Eu tenho o dedo poder para relacionamentos”. Você não é preso a karma algum. O que você tem é um padrão fixado, respaldado por um ganho secundário, que ganha força, conforme você repete para si mesmo, ao longo dos anos, que só escolhe “parceiros errados” e que não existe “gente bacana.
Provavelmente você também não tem uma boa autoestima e está com um diálogo interno negativo.
QUANDO A NOSSA AUTOESTIMA ESTÁ BAIXA, ACEITAMOS QUALQUER MIGALHA DE AFETO E COLOCAMOS A CULPA NO DESTINO.
Nós temos o que acreditamos merecer. Quando dizemos “Eu sou pobre” ou “eu sou um fracassado” “eu sou desastrado” e “eu só escolho errado” estamos DECRETANDO tais afirmações como verdadeiras.
São os decretos Universais que fazemos internamente.
E quando eu decreto algo como verdade, esse algo torna-se a possibilidade que dirigirá a minha vida.
Com o passar dos anos, a nossa mente subconsciente trabalha duro para não nos decepcionar e manter o padrão que estabelecemos, acontece a situação que decretamos anteriormente, fixamos esse padrão como absoluto e irremediável.Nos convencemos que somos fracassados, desastrados, chatos e temos o dedo podre.
Você ACEITA pessoas incompatíveis, difíceis, problemáticas na sua vida.
Eu acho que a pessoa é legal e depois de um tempo eu descubro que ela é tão perturbada quanto as outras. Eu não escolho errado de propósito”.
EU ACREDITO!
Porém…o problema não é a minha opinião nem a sua vontade *racional*.O “porém” é o padrão instalado lá na mente, que sempre que enxerga sinais sutis de problemas, dá um jeito de te atrair para essas pessoas.
Por que ela faz isso? Porque a sua mente acredita que isso é o correto, afinal, SEMPRE escolhe assim…e mais: ela está “ganhando” algum benefício mantendo esse padrão de escolha.
E a sua autoestima está tão defasada que você acredita que é o que você merece, que não pode encontrar alguém melhor e aí, como sempre, se CONFORMA com o pouco. Está acostumada (o) a ser maltratada nos relacionamentos e a se contentar com migalhas.
É, deve ser culpa do karma mesmo, né?! Ou da “sorte”.


