Casamento de nossos avós, de nossos pais ou o nosso, seja de que época for, casamento se constitui dia a dia. Na alegria e na tristeza é que se constroí um casamento feliz. Muitos casais vivem o casamento como se aquele namoro bem sucedido, já garantisse a união matrimonial e o "felizes para sempre". Casamento feliz é construção de cada dia e para que essa construção resista as ações do "tempo" e da "rotina", é importante uma "constante reforma". Cuidando da relação, mantemos o amor sempre vivo e fortalecido.
Casamento feliz,depende da capacidade que os sujeitos adquirem de lidar com as diferenças, individualidades e dificuldades de toda ou qualquer relação. Exige respeito e troca, cuidado e renovação.
Olhar para esta vivência como se olha para a vida! Vida que está sempre em movimento, que varia de forma e cor, e que precisa dessas variações para fazer sentido, para continuar fazendo bem. Tudo que deixamos de investir cuidado, com o tempo morre, deixa de ser importante.
Pessoas que vivem acomodadas, se distanciam e se calam, silenciadas pelo medo de se permitir mais. Seja feliz e faça o outro feliz ao seu lado! Quem não se cuida ou se valoriza, não se ouve e não é ouvido, dificilmente viverá feliz ao lado de um outro alguém. Casamentos felizes de 60 anos não caem do céu! É construção que envolve merecimento!
Caso você perceba que está infeliz no seu casamento e não sabe o que fazer para resolver os conflitos e discussões constantes. Se está cansada (o) do distanciamento, de um casamento de aparências e não consegue ao mesmo tempo, romper essa relação. Busque atendimento psicológico individual ou de casal, cuide de você e da sua relação, encontre um novo sentido para ser feliz!

"Essa relação eu tenho chamado de amor. É diferente do amor dito romântico, que é imaturo e regressivo e não condiz com uma relação de boa qualidade. O amor tem uma nova feição e significado. É parecido com a amizade. Requer a aproximação de duas pessoas inteiras e não de duas metades. Mas isso só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Conversar com uma pessoa e ter a sensação de que ela o entende é um aconchego extraordinário e bem mais sofisticado do que uma mera sensação física de aconchego"