Jesus o Grande Mestre!!

28/07/2016 18:20

 

 

Jesus, percebia as dificuldades do homem em lidar com suas emoções nos foco de tensão.Exigimos o que as pessoas não podem nos dar.Ninguém consegue passar ou dar aquilo que não possui.

 

Pelos tipos diferenciados de pensamentos,percebemos que cada qual recebe as verdades de acordo com sua maturidade espiritual.Quanto maior a sabedoria interior,maior será a compreensão e harmonia.
O Mestre da Vida, entendia os limites das pessoas,por isso amava,ensinava e cobrava pouco.Esperava que o amor e a arte de pensar florecessem pouco a pouco no terreno da inteligência. Por não esperar muito,ele protregia sua emoção, não se decepcionava .
Quem quer ser um bom educador tem de ter a paciência de agricultor.Se quisermos ter dias felizes não devemos esperar resultados imediatos. É necessário plantar para depois colher. Plantar a solidariedade,a honestidade, a perseverança, a alegria nos pequenos detalhaes da vida.
É ruim conviver com algúem disciplinador , que deseja que todos vejam o mundo apenas com seus olhos,mas é agradavél conviver com algúem maleável,capaz de enxergar com os olhos do outro.
Jesus sabia que o homem é o pior carasco de si mesmo.Será que as pessoas se sentem aliviados ao nosso redor ?.... Será que damos condições para que elas rasguem a sua alma e nos contém os seus problemas. ?...
Ele não esperava muito do homem, pois sabia de suas limitações. Estava convicto de que na humanidade não havia gigantes no território das emoções. 
Somente os que compreendem as suas próprias limitações podem compreender as limitações dos outros. Os homens mais rígidos e críticos são os que menos conhecem as áreas mais intimas do seu próprio ser.
Jesus se colocava com um simples carpinteiro, um escultor de alma, capaz de fazé-la reencontrar o sentido da vida. 

O Dr. Augusto Cury faz um breve resumo das características fundamentais da personalidade e inteligência de Jesus Cristo:

1) Protegia a sua emoção diante dos focos de tensão.
2) Filtrava os estímulos stressantes.
3) Não fazia da sua memória uma lata de lixo das misérias existenciais.
4) Não gravitava em torno das ofensas e rejeições sociais.
5) Pensava antes de reagir.
6) Era convicto no que pensava e gentil na maneira de expor os seus pensamentos.
7) Transferia a responsabilidade de crer nas suas palavras e segui-lo aos próprios ouvintes.
8) Vivia a arte do perdão. Podia retomar o diálogo a qualquer momento com as pessoas que o frustravam.
9) Era um investidor em sabedoria diante dos Invernos da vida. Fazia das suas dores uma poesia.
10) Não fugia dos seus sofrimentos, mas enfrentava-os com lucidez e dignidade.
11) Quanto mais sofria, mais alto sonhava.
12) Não reclamava nem murmurava. Supervalorizava o que tinha, e não o que não tinha.

 
13) Geria com liberdade os seus pensamentos. As ideias negativas não tinham lugar na sua mente.
14) Era um agente modificador da sua história, e não vítima dela.
15) Não sofria por antecipação.
16) Rompia todo o cárcere intelectual. Era flexível, solidário e compreensível.
17) Brilhava no seu raciocínio, pois abria as janelas da sua memória e pensava em todas as possibilidades.
18) Contemplava o belo nos pequenos eventos da vida.
19) Não gravitava em torno da fama e jamais perdia o contacto com as coisas simples.
20) Vivia cada minuto da vida com intensidade. Não havia nele sombra de tédio, rotina e angústia existencial.
21) Era sociável, agradável, relaxante. Estar ao seu lado era uma aventura contagiante e estimulante.
22) Vivia a arte da autenticidade.
23) Sabia compartilhar os seus sentimentos e falar de si mesmo.
24) Vivia a arte da motivação. Conseguia erguer os olhos e ver as flores antes que as sementes tivessem brotado, antes do cair das primeiras chuvas.
25) Não esperava muito das pessoas que o rodeavam, nem das mais íntimas, embora se doasse intensamente por elas.
26) Tinha enorme paciência para ensinar e não vivia em função dos erros dos seus discípulos.
27) Nunca desistia de ninguém, embora as pessoas pudessem desistir dele.
28) Tinha enorme capacidade para encorajá-las, ainda que fosse com um olhar. Usava os seus erros como adubo da maturidade, e não como objecto de punição.
29) Sabia estimular as suas inteligências e conduzi-las a pensar em outras possibilidades
30) Conseguia ouvir o que as palavras não diziam e ver o que as imagens não revelavam.
 
31) A ninguém considerava seu inimigo, embora alguns o considerassem uma ameaça para a sociedade.
32) Conseguia amar com um amor incondicional, um amor que ultrapassava a lógica do retorno.